sexta-feira, 20 de janeiro de 2023
Script para unzipar arquivos [POWERSHELL]
quinta-feira, 18 de agosto de 2022
Dicas Asterisk
DICAS ASTERISK - Comandos úteis e arquivos de configuração
O Asterisk é um framework GPL (Gnu Public License), e atualmente a maior plataforma de telefonia IP do mundo. A Lojamundi é especialista em soluções baseadas em Asterisk. Por ser mais que uma central telefônica, você pode encontrar o Asterisk sendo utilizado em portões, câmeras, automação residencial e empresarial em possibilidades quase que infinitas. Tudo depende do conhecimento aplicado e da necessidade a ser suprida.
Como também somos entusiastas dessa plataforma há mais de 15 anos, vamos apresentar neste artigo alguns comando úteis e arquivos de configuração que podem ser utilizados para gerenciar sua central.
Já conhece nossa consultoria especializada em Telefonia IP?
Saiba o que podemos fazer pela telefonia da sua empresa.
INICIAR E PARA O ASTERISK | |
asterisk | Arrancar o Asterisk |
asterisk -c | Iniciar o Asterisk e abrir o console (CLI) |
asterisk -r | Ingressar no console remoto |
asterisk -rx ‘comando’ | Executar o comando sem ingressar no console |
stop now | Parar o servidor Asterisk - executado dentro da CLI |
stop gracefully | Para o serviço do Asterisk quando todos os canais ativos estiverem ocupados |
stop when convenient | Parar o serviço do Asterisk assim que não tiverem mais chamadas ativas. Aceita uma nova chamada |
exit | Sai do console remoto, sem parar o Asterisk |
COMANDOS IMPORTANTES - CLI | |
Set verbose 9 | Aumenta a verbose no CLI |
Set debug | Aciona o modo debug no CLI |
sip show peers | Listar todas contas SIP’s do Asterisk |
sip show channels | Listar todos os canais e conexões ativos |
AJUDA DENTRO DO CLI | |
help | Mostrar uma lista de comandos utilizados |
help sip | Mostrar uma lista de funcionalidades para o arquivo |
help sip show | Mostrar as opções de visualização do comando sip show |
help sip show peers | Mostrar a visão do comando sip show peers |
REGEX: vem do termo em inglês regular expression (expressão regular). Uma forma de identificar formas, palavras e padrões de caracteres.
REGEX E EXTENSIONS.CONF | |
X | Dígitos entre 0-9 |
Z | Dígitos entre 1-9 |
N | Dígitos entre 2-9 |
[5-7] | Dígitos 5,6 e 7 |
[15-7] | Dígitos 1, 5,6 e 7 |
. | Qualquer valor numérico ou caracter |
EXTENSIONS.CONF | |
[general] | Configurações gerais do plano de discagem |
static=yes | Configuração estática |
writeprotect=yes | Não permite alterações do plano de discagem sejam realizadas a partir do console (CLI) |
[globals] | Seção de variáveis |
VAR2=23 | Atribuir valor a uma variável global |
[name] | Define um nome contexto. Poderíamos utilizar um contexto chamado de [from-internal] ou simplesmente [joao] |
setGlobal(VAR1=1) | Seta a variável global VAR1 com o valor 1 |
set(VAR3=Test) | Seta uma variável de canal. Utilizada no plano de discagem corrente |
dial(tech/u:p@host) | Conecta com um host / usuário usando um canal |
answer() | Abre um canal |
hangup() | Encerra um canal |
wait(n) | Espera por n segundos |
goto(n) | Salta de uma prioridade n na mesma extensão. Goto(100,12) aqui o salto é para extensão e prioridade 12. |
gotoif($[ ${X}=1 ]?,1:5) | Salta para prioridade 1 se a variável X for igual a 1. Caso contrário salta para prioridade 5 da extensão |
gotoiftime(9:00-17:00|monfri|1-31|*?dia,s,1) | Salta para o contexto dia na extensão s , prioridade 1 caso seja entre 9h:00 e 17h:00. De segunda a sexta. |
saynumber() | Nomear um número |
sayalpha() | Nomear uma string |
saydigits() | Nomear os dígitos |
sayunixtime() | Nome data/hora do servidor |
voicemail() | Conectar uma chamada ao correio de voz. Utilizar as opções u: unavailble, b: busy e s: gravação |
voicemailmain() | Conectar um usuário ao menu principal do sistema de correio de voz |
DIRETÓRIOS E ARQUIVOS | |
/etc/asterisk | Contém todos os arquivos de configuração |
/etc/asterisk/extensions.conf | Arquivo de configuração do plano de discagem |
/etc/asterisk/sip.conf | Arquivo de configuração dos canais SIP |
/etc/asterisk/iax.conf | Arquivo de configuração dos canais IAX |
/etc/asterisk/voicemail.conf | Arquivo de configuração do correios de voz |
/usr/lib/asterisk/modules | Contém as bibliotecas, aplicações e módulos |
/var/run/asterisk | Contém os dados dos processos |
/var/lib/asterisk/sounds | Contém os arquivos de áudio do Asterisk |
/var/log/asterisk | Contém os arquivos de registro / logs do Asterisk |
/var/spool/asterisk | Contém os arquivos das chamadas |
terça-feira, 19 de abril de 2022
Pesquisa por termos e textos em arquivos
find / -type f -exec grep -H 'benito' {} \;
grep -rnw '/var/log' -e 'benito'
#linux
#linuxfind
#command
#bash
segunda-feira, 4 de abril de 2022
Apache com senha
When setting up a web server, there are often sections of the site that you wish to restrict access to. Web applications often provide their own authentication and authorization methods, but the web server itself can be used to restrict access if these are inadequate or unavailable.
In this guide, we’ll demonstrate how to password protect assets on an Apache web server running on Ubuntu 14.04.
Prerequisites
To get started, you will need access to an Ubuntu 14.04 server environment. You will need a non-root user with sudo privileges in order to perform administrative tasks. To learn how to create such a user, follow our Ubuntu 14.04 initial server setup guide.
Install the Apache Utilities Package
In order to create the file that will store the passwords needed to access our restricted content, we will use a utility called htpasswd. This is found in the apache2-utils package within the Ubuntu repositories.
Update the local package cache and install the package by typing this command. We will take this opportunity to also grab the Apache2 server in case it is not yet installed on the server:
sudo apt-get update
sudo apt-get install apache2 apache2-utils
Create the Password File
We now have access to the htpasswd command. We can use this to create a password file that Apache can use to authenticate users. We will create a hidden file for this purpose called .htpasswd within our /etc/apache2 configuration directory.
The first time we use this utility, we need to add the -c option to create the specified file. We specify a username (sammy in this example) at the end of the command to create a new entry within the file:
sudo htpasswd -c /etc/apache2/.htpasswd sammy
You will be asked to supply and confirm a password for the user.
Leave out the -c argument for any additional users you wish to add:
sudo htpasswd /etc/apache2/.htpasswd another_user
If we view the contents of the file, we can see the username and the encrypted password for each record:
cat /etc/apache2/.htpasswd
Output
sammy:$apr1$lzxsIfXG$tmCvCfb49vpPFwKGVsuYz.
another_user:$apr1$p1E9MeAf$kiAhneUwr.MhAE2kKGYHK.
Configure Apache Password Authentication
Now that we have a file with our users and passwords in a format that Apache can read, we need to configure Apache to check this file before serving our protected content. We can do this in two different ways.
The first option is to edit the Apache configuration and add our password protection to the virtual host file. This will generally give better performance because it avoids the expense of reading distributed configuration files. If you have this option, this method is recommended.
If you do not have the ability to modify the virtual host file (or if you are already using .htaccess files for other purposes), you can restrict access using an .htaccessfile. Apache uses.htaccess` files in order to allow certain configuration items to be set within a file in a content directory. The disadvantage is that Apache has to re-read these files on every request that involves the directory, which can impact performance.
Choose the option that best suits your needs below.
Configuring Access Control within the Virtual Host Definition
Begin by opening up the virtual host file that you wish to add a restriction to. For our example, we’ll be using the 000-default.conf file that holds the default virtual host installed through Ubuntu’s apache package:
sudo nano /etc/apache2/sites-enabled/000-default.conf
Inside, with the comments stripped, the file should look similar to this:
/etc/apache2/sites-enabled/000-default.conf
<VirtualHost *:80>
ServerAdmin webmaster@localhost
DocumentRoot /var/www/html
ErrorLog ${APACHE_LOG_DIR}/error.log
CustomLog ${APACHE_LOG_DIR}/access.log combined
</VirtualHost>
Authentication is done on a per-directory basis. To set up authentication, you will need to target the directory you wish to restrict with a <Directory ___> block. In our example, we’ll restrict the entire document root, but you can modify this listing to only target a specific directory within the web space:
/etc/apache2/sites-enabled/000-default.conf
<VirtualHost *:80>
ServerAdmin webmaster@localhost
DocumentRoot /var/www/html
ErrorLog ${APACHE_LOG_DIR}/error.log
CustomLog ${APACHE_LOG_DIR}/access.log combined
<Directory "/var/www/html">
</Directory>
</VirtualHost>
Within this directory block, specify that we wish to set up Basic authentication. For the AuthName, choose a realm name that will be displayed to the user when prompting for credentials. Use the AuthUserFile directive to point Apache to the password file we created. Finally, we will require a valid-user to access this resource, which means anyone who can verify their identity with a password will be allowed in:
/etc/apache2/sites-enabled/000-default.conf
<VirtualHost *:80>
ServerAdmin webmaster@localhost
DocumentRoot /var/www/html
ErrorLog ${APACHE_LOG_DIR}/error.log
CustomLog ${APACHE_LOG_DIR}/access.log combined
<Directory "/var/www/html">
AuthType Basic
AuthName "Restricted Content"
AuthUserFile /etc/apache2/.htpasswd
Require valid-user
</Directory>
</VirtualHost>
Save and close the file when you are finished. Restart Apache to implement your password policy:
sudo service apache2 restart
The directory you specified should now be password protected.
Configuring Access Control with .htaccess Files
If you wish to set up password protection using .htaccess files instead, you should begin by editing the main Apache configuration file to allow .htaccess files:
sudo nano /etc/apache2/apache2.conf
Find the <Directory> block for the /var/www directory that holds the document root. Turn on .htaccess processing by changing the AllowOverride directive within that block from “None” to “All”:
/etc/apache2/apache2.conf
. . .
<Directory /var/www/>
Options Indexes FollowSymLinks
AllowOverride All
Require all granted
</Directory>
. . .
Save and close the file when you are finished.
Next, we need to add an .htaccess file to the directory we wish to restrict. In our demonstration, we’ll restrict the entire document root (the entire website) which is based at /var/www/html, but you can place this file in any directory you wish to restrict access to:
sudo nano /var/www/html/.htaccess
Within this file, specify that we wish to set up Basic authentication. For the AuthName, choose a realm name that will be displayed to the user when prompting for credentials. Use the AuthUserFile directive to point Apache to the password file we created. Finally, we will require a valid-user to access this resource, which means anyone who can verify their identity with a password will be allowed in:
/var/www/html/.htaccess
AuthType Basic
AuthName "Restricted Content"
AuthUserFile /etc/apache2/.htpasswd
Require valid-user
Save and close the file. Restart the web server to password protect all content in or below the directory with the .htaccess file:
sudo service apache2 restart
Confirm the Password Authentication
To confirm that your content is protected, try to access your restricted content in a web browser. You should be presented with a username and password prompt that looks like this:
[Image: Apache2 password prompt]
If you enter the correct credentials, you will be allowed to access the content. If you enter the wrong credentials or hit “Cancel”, you will see the “Unauthorized” error page:
[Image: Apache2 unauthorized error]
Conclusion
You should now have everything you need to set up basic authentication for your site. Keep in mind that password protection should be combined with SSL encryption so that your credentials are not sent to the server in plain text. To learn how to create a self-signed SSL certificate to use with Apache, follow this guide. To learn how to install a commercial certificate, follow this guide.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2021
Instalar glpi
Solução Service Desk Corporativo para sua Empresa
A Verdanatech é parceira oficial da Teclib no Brasil e é reconhecidamente a melhor opção para suporte e consultoria profissional em Service Desk com GLPi.
Nosso objetivo é que você possa focar em seu Negócio e não perder tempo em manter o Serviço GLPi ativo, além de proporcionar acesso a várias funcionalidades extras que o GLPi não traz para você.
Instalação do GLPi 9.5 no Debian 11
Vamos então de mão na massa!
Abaixo são dispostos os comandos comandos necessários para instalar o GLPi 9.5.x em um Servidor GNU/Linux Debian 10. Tentarei ser o mais descritivo possível!
Atualizando Lista de Pacotes Disponíveis
Nosso primeiro passo será atualizar a lista de pacotes disponíveis nos repositórios configurados no GNU/Linux Debian.
1 2 | # Atualiza Lista de Pacotesapt update |
Com a lista de pacotes atualizada, podemos correr para os novos passos.
Fuso Horário
O GLPi 9.5 finalmente traz a possibilidade de podermos trabalhar com diferentes fusos na Central de Serviços.
Essa era uma funcionalidade há muito esperada por Centrais de Serviços de médio e grande porte que atendem Clientes geograficamente espalhados.
Mas há também um grande problema que vamos ajudar a resolver aqui!
Muitos analistas não configuram o servidor para trabalhar de forma confiável com relação a horários.
Aqui vão alguns comandos de ajuste geral para isso:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 | # Removendo pacotes NTPapt purge ntp# Instalar pacotes OpenNTPDapt install -y openntpd# Parando Serviço OpenNTPDservice openntpd stop# Configurar Timezone padrão do Servidordpkg-reconfigure tzdata# Adicionar servidor NTP.BRecho "servers pool.ntp.br" > /etc/openntpd/ntpd.conf# Habilitar e Iniciar Serviço OpenNTPDsystemctl enable openntpdsystemctl start openntpd |
Importante selecionar o melhor Timezone para sua região!


Feito isso, teremos então um relógio “confiável” para trabalharmos!
Caso tenha interesse, acesse aqui o NTP.BR e conheça o projeto.
Pacotes para Manipulação de Arquivos e Outras Coisas
Se você tiver realizado uma instalação minimalista do sistema operacional, tal como sempre recomendamos, é provável que você precise de um pouco mais de ferramentas para manipulação de arquivos, consumir API dentre outras coisas.
Os comandos abaixo lhe auxiliarão com isso:
1 2 | # PACOTES MANIPULAÇÃO DE ARQUIVOSapt install -y xz-utils bzip2 unzip curl |
Feito isso, podemos seguir para os próximos passos!
Preparação do Servidor WEB
Como já sabemos, o GLPi trata-se de uma ferramenta WEB. Podemos vê-lo simplesmente como um site a ser instalado. Portanto, precisamos montar um ambiente WEB para tal funcionalidade.
Existem várias opções de serviço WEB a ser utilizada em ambientes GNU/Linux. Utilizaremos o servidor WEB Apache.
Para habilitar o serviço Apache em seu servidor, basta seguir o comando abaixo:
1 2 | # Instalar dependências no sistemaapt install -y apache2 libapache2-mod-php php-soap php-cas php php-{apcu,cli,common,curl,gd,imap,ldap,mysql,xmlrpc,xml,mbstring,bcmath,intl,zip,bz2} |
Repare que, ao invés de termos de ficar repetindo “php7.3-modulox” para cada módulo do PHP, usamos um recurso do shell usando todo conteúdo dentro do par de “chaves” ({ }). Isso cria um vetor com os valores dentro das chaves para que não tenhamos de ficar digitando tudo. Pois é, tem coisas que só o shell faz para nós!
O GLPi é um sistema desenvolvido na linguagem PHP, por isso, neste comando instalamos vários módulos PHP.
Ao fim deste comando, teremos um servidor WEB instalado já com suporte a linguagem PHP e com todas as dependências do GLPi resolvidas.
Resolvendo Problema de Acesso WEB ao Diretório
Um ajuste que muitos deixam de fazer é com relação a permissão de acesso ao diretório WEB. Isso pode ser resolvido de forma simples com uma pequeno arquivo de configuração.

Para criar o arquivo e habilitar a configuração, basta executar os comandos a seguir:
1 2 3 4 5 6 7 8 | # Criar arquivo com conteúdoecho -e "<Directory \"/var/www/html/glpi\">\nAllowOverride All\n</Directory>" > /etc/apache2/conf-available/glpi.conf# Habilita a configuração criadaa2enconf glpi.conf# Reinicia o servidor web considerando a nova configuraçãosystemctl restart apache2 |
Com isso, eliminamos um calo do nosso pé. Pode acreditar, muitos procuram a solução disso internet à fora!
Baixar e Instalar o GLPi
Como dito, o GLPi é basicamente um site. Nosso trabalho, neste momento é basicamente baixá-lo e colocá-lo em um diretório específico dentro do servidor. Neste caso, um diretório para onde tenha um site configurado no Apache.
Por comodidade, colocaremos o GLPi na pasta padrão do Apache, lembrando que isso não é uma regra.
Repare que fizemos tudo com apenas 1 linha de comando para você, de forma que fique bem simples:
1 2 | # BAIXAR PACOTE GLPiwget -O- https://github.com/glpi-project/glpi/releases/download/9.5.6/glpi-9.5.6.tgz | tar -zxv -C /var/www/html/ |
Estamos com apenas 1 linha de comando baixando o pacote GLPi de seu repositório com o comando “wget” e, já na sequência, usando o comando “tar” para extraí-lo direto no diretório do apache.
Eu sei! Shell é uma coisa realmente maravilhosa…
Ajustar Permissões de Arquivos
Não gosto de entrar neste mérito em Artigos como este por que as pessoas nem sempre entendem o que estão fazendo e, quanto mais descemos o nível, menor a chance de sucesso para iniciantes. Porém, muitos entusiastas estão expondo suas empresas e colocando o sigilo das informações em risco por levantarem servidores de qualquer jeito e depois colocarem ele acessível pela internet.
Não discutiremos detalhes sobre isso aqui, mas estes passos lhe assegurarão um nível melhor de segurança. Todavia, se pretende ter um sistema GLPi disponível para a internet ou mesmo em produção interna na empresa, recomendamos que estude um pouco mais sobre segurança de serviços WEB ou então nos contate para arrumarmos a casa para você através do seguinte e-mail: comercial@verdanatech.com
Mas, seguindo nossa jornada!
Com os arquivos já em seu devido lugar, faremos agora um ajuste em cima das permissões destes. Execute os seguintes comando:
1 2 3 4 | # AJUSTAR PERMISSÕES DE ARQUIVOSchown www-data. /var/www/html/glpi -Rffind /var/www/html/glpi -type d -exec chmod 755 {} \;find /var/www/html/glpi -type f -exec chmod 644 {} \; |
Finalizado esta etapa, vamos adiante que ainda temos um pouco de história para contar! Mas você viu a loucura que o find fez né?
Preparando o Serviço SQL
Ainda seguindo nossa analogia de comprar o GLPi a um site, o que fizemos até agora foi apenas preparar as páginas de código do site. Precisamos agora, nos preocupar em como armazenaremos os dados.
Todas as informações de texto do GLPi, tal como usuários, senhas, dados dos chamados, regras de negócio dentre outras coisas precisam ser armazenadas e consultadas várias vezes a cada acesso ou mesmo requisição de página. É aí que entra o Banco de Dados!
Uma das grandes limitações do GLPi, na minha opinião, é justamente seu suporte limitado ao banco de dados. Temos vários sabores e cada um com suas propriedades exclusivas que nos poderia permitir escolher um sabor para cada cenário. Mas, o GLPi apenas suporta o MySQL.
Isso nos permite usar o MariaDB, fato! Mas ainda assim nos limita em ambientes corporativos onde o MySQL não seja Homologado.
Não adianta chorar aqui as pitangas. Vamos arregaçar as mangas e preparar o nosso Serviço de Banco de Dados.
Como nosso propósito é apenas uma máquina para estudo, faremos a instalação do serviço de Banco de Dados nessa mesma máquina. Isso reduzirá também o risco de erros por falhas em configurações ou erros de rede, tão como para quem está começando!
1 2 | # Instalando o Serviço MySQLapt install -y mariadb-server |
Ao fim deste comando teremos já um serviço MySQL disponível para ser utilizado em nosso Servidor.
Criando Usuário e Base de Dados MySQL
Apesar de termos nosso Serviço SQL rodando, ainda precisamos criar uma base de dados a ser utilizada pelo sistema e uma conta de acesso administrativo a essa base, também a ser utilizada pelo sistema GLPi.
Para tanto, basta usar os comandos abaixo:
1 2 3 4 5 6 7 8 | # Criando base de dadosmysql -e "create database glpidb character set utf8"# Criando usuáriomysql -e "create user 'verdanatech'@'localhost' identified by '123456'"# Dando privilégios ao usuáriomysql -e "grant all privileges on glpidb.* to 'verdanatech'@'localhost' with grant option"; |
Serviço finalizado?
Claro que não! Mas veja que show é o Shell! Diretamente dele nós executamos queries SQL sem perda de tempo. Não podia passar sem comentar isso
Mas relaxe! Já estamos chegando ao fim de nossa maratona. Apenas precisamos ajustar as permissões do usuário que acabamos de criar para acessar a tabela de TimeZone do MySQL. Lembra que agora podemos usar diferentes fusos no GLPi? É assim que habilitamos parte do processo!
Execute os comandos abaixo:
1 2 3 4 5 6 7 8 | # Habilitando suporte ao timezone no MySQL/Mariadbmysql_tzinfo_to_sql /usr/share/zoneinfo | mysql -p -u root mysql# Permitindo acesso do usuário ao TimeZonemysql -e "GRANT SELECT ON mysql.time_zone_name TO 'verdanatech'@'localhost';"# Forçando aplicação dos privilégiosmysql -e "FLUSH PRIVILEGES;" |
Passos seguintes
Nas novas versões do GLPi, possuímos um pseudo prompt de comando desenvolvido pela equipe que nos permite executarmos várias coisas sem qualquer dor de cabeça e sem necessidade de acessarmos a interface WEB, inclusive.
Aqui, devemos tomar uma decisão:
- Realizar a instalação via Shell
- Realizar a instalação no modo padrão, via interface Web
Mostraremos os 2 modos para que você possa conhecê-los e escolher o melhor para seus laboratórios e implantações.
Instalação via Shell
Como dito antes, temos agora um pseudo prompt a ser utilizado. Trata-se de um arquivo em PHP chamado de “console” localizado em “/var/www/html/glpi/bin/”, segundo nossa instalação.
Para usá-lo, basta digitar seu caminho antecedido pelo comando ‘php’ e seguido dos parâmetros desejados que, em nosso caso, tratam-se dos parâmetros de instalação:
1 2 | # Comando de instalação do Banco de Dados via Consolephp /var/www/html/glpi/bin/console glpi:database:install --db-host=localhost --db-name=glpidb --db-user=verdanatech --db-password=123456 |
Repare que estamos passando todas as informações necessárias via linha de comando, tais como: Servidor sendo localhost, name da base de dados sendo glpidb, usuário sendo verdanatech e senha sendo 123456.
Uma observação que vale ouro é a de que, caso você utilize caracteres especiais em sua senha, proteja-a com aspas simples (--db-password='123@123') para inibir a interpretação pelo Shell.

Feito isso, seu GLPi estará pronto porém, existe uma pequena particularidade: os caches foram criados com permissões para o usuário root que executou a instalação e isso gerará um erro HTTP 500 ao tentar manipular estes arquivos do lado do navegador.
Para ajustar este problema, basta executar os comandos abaixo:
1 2 | # Reajustando o acesso ao usuário do Apachechown www-data. /var/www/html/glpi/files -Rf |
Instalação via Web
Como de costume, podemos também realizar a instalação via navegador web. Basta abri-lo e acessar o endereço WEB do servidor GLPi que estávamos configurando e correr com a instalação tal como de costume.
Caso não tenha certeza de qual o endereço IP, basta digitar o seguinte comando no servidor:
1 | hostname -I |

Os passos a são relativamente intuitivos, com excessão da configuração da conexão com o banco de dados que alguns iniciantes se atrapalham. Mas aqui vai um print para ajudar:


Feito isso, é o tempo de beber um café e voltar para usar o sistema!
Pós instalação
Após a instalação, ainda são necessários alguns pequenos ajustes finos.

O primeiro deles é com relação ao pseudo cron:
1 2 3 4 5 | # Criar entrada no agendador de tarefas do Linuxecho -e "* *\t* * *\troot\tphp /var/www/html/glpi/front/cron.php" >> /etc/crontab# Reiniciar agendador de tarefas para ler as novas configuraçõesservice cron restart |
O segundo é a remoção do diretório de instalação.
1 2 | # Remover diretório de instalaçãorm -Rf /var/www/html/glpi/install |
Importante
Lembramos que os passos aqui dispostos são meramente para você montar uma base de testes e com isso experimentar a nova versão do GLPi.
Para ambientes de produção, vários ajustes de segurança não dispostos aqui devem ser considerados.
Esperamos que este post o ajude em sua jornada e, quando precisar de apoio profissional, lembre-se que estamos aqui para isso!
Grande abraço a todos!
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